November 30, 2011 16:29
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3 é 1 a mais, a sina duma vela
November 29, 2011 18:00
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Factos (Des)aprendidos
É óbvio que se aprendem coisas muito interessantes e importantes para a vida futura e para sermos uns cidadãos mais melhor bons, mas uma grande parte das coisas que andamos a queimar as pestanas para enfiar no cérebro não passam de palha.
A verdade é que até hoje não me serviu de nada saber que as gaivotas fazem o cocó e o xixi tudo misturado, nem ter aprendido a calcular as velocidades que um piano em queda tem (pode ser que qualquer dia quando vir um piano a vir em direcção às minhas trombas me lembre disso tudo, mas até agora, nada)
Eu sei o que é que as pessoas vão já pensar, que são coisas que ajudam a enriquecer o intelecto e nhenhenhe, mas não estou aqui a dizer que estudar é mau e que a escola - e derivados - é inútil (Até aconselhava algumas alminhas a terem umas boas aulinhas de cultura geral ou de Português antes de abrirem a boca)
Quero antes que me digam:
Qual é aquela informação completamente inútil que até hoje guardam de uma qualquer altura nos bancos de escola?
Vá, quero ver se se lembram de coisas interessantes.
November 28, 2011 15:57
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Oh Mai Gode, O Ricardo é Adoptado!
November 25, 2011 18:31
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Coisas da minha avó
- Constatações sobre peso - "Ai filho, estás gordo que nem um leitão" ou "Ai não comes nada em casa, jesus tás um esqueleto" (e sim, são duas citações literais) é o que não pode faltar. Acho que nunca estou no peso ideal para a minha avó. Ora me diz que pareço um barril, ora me enche o prato com comida para 3 pessoas, e ai de mim que não coma tudo.
- Bela perna/Belo cu/ Bela qualquer parte do corpo - o que leva sempre a apalpões quando eu menos estou à espera, a isto se chama confiança familiar... ou qualquer coisa a roçar a badalhoquice.
- Faz lá uma massagem à avó - outra que não falha. Eu meto os pés dentro de casa e quando dou por ela lá estou eu a esfregar-lhe as costas. e depois é um bocadinho como tentar acertar na temperatura dum chuveiro avariado. ora estou a "apertar à bruta", ora nem se sente nada. Quando dou por ela lá estou eu com meia tonelada de cremes a cheirar lavanda ou a outra merda qualquer que cheira basicamente a velha.
- Comparações cas primas - Eu tenho... sei lá 500 primas? e cada vez que lá vou levo com o role de coisas que as primas fazem e eu não. é a X que já casou, a Y que comprou um carro a Z que foi viver pra sei lá eu onde... nunca acabam as comparações. Óptimo para a autoestima.
- Constatações sobre moda - Acham que o Ricardo é um fashionista? Pois, a minha avó ainda é melhor. "Ai com esse cabelo pareces um drogado" "Ai essa pulseira é à arrumador de carros" "Ai esse casaco é de velho" fazem parte dos grandes hits da dona Edeme. é curiosa a obsessão da mulher em que tudo o que eu uso que ela não gosta é "de drogado". Uma vez disse lhe ao telefone que tinha feito uma tatuagem no braço ao que ela respondeu "cala-te. tás a falar a sério? levas uma chapada nas trombas". portanto, nada de tattoos.
- Ai filho, és tão parecido com o Micael Carreira - Ou com o Leandro, ou com um qualquer cantor pimba estilo tony carreira que apareça na TV. TODAS as vezes que lá vou é isto. O pior é que quando eu me começo a rir e a dizer que tem tudo a ver, ela me manda o olhar assassino e diz logo "pff, mais querias tu! eles são muito jeitosos", ou qualquer coisa do género.
Gosto muito de ir lá à aldeia matar as saudades, e confesso que já estou um bocadinho ansioso, mas ao mesmo tempo até já tenho medo que vai sair dali. tendo em conta que da última vez que lá fui e levei um macacão ela me disse que eu parecia o avô cantigas.
Ódepois perguntam-se como é que eu acabei assim.
É genético.
November 24, 2011 17:55
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Factos desagradáveis mas verídicos sobre o facebook #1
Pelo menos as pessoas normais não são.
Quando paro no Facebook duma daquelas pessoas que têm 500 e tal amigos, dá-me sempre a distinta sensação que estou perante um caso de adicionamento compulsivo.
Estão a ver aquela pessoa chata que vocês não conhecem de lado nenhum mas insiste em vos mandar convites de amizade?
Se calhar quer fazer de vocês o amigo nº 500.
Acho que as pessoas pensam que o facebook é um MMORPG (Massive Multiplayer Online Role Play Game) em que o objectivo é avançar de níveis coleccionando amiguinhos e partilhando status. Acho que ao nível 100 se ganham asas no rabo, ou uma Bimby, ainda não percebi.
Se for, estou lixado, que ainda não passei os 95 amigos (nem tenciono)
November 23, 2011 18:45
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Certezas cegas
Digo e faço o que sei que devo, porque não dá para o fazer de outra maneira.
Sei que tenho que seguir este rumo específico, porque é o único que faz sentido... mas DÓI.
As forças esvaem-se como se perdesse sangue, uma hemorragia de desilusões e constatações óbvias.
Claro que no fim do caminho está o meu lugar seguro, mas às vezes pondero se estou efectivamente seguro lá.
Dizem que ter razão facilita as coisas, que tendo uma consciência tranquila ficamos automaticamente mais leves. Acho que quem disse isso nunca teve que fazer "o correcto".
A razão está para tudo isto como uma aspirina está para um tiro no braço, pode ser muito bom ter a aspirina à mão, mas tecnicamente ela não serve de nada.
Teoricamente, tomar a atitude correcta é como cortar manteiga com uma faca quente, uma tarefa rápida e quase agradável, um obstáculo quase inexistente, sem fricção ou atrito que se oponham.
Mas na realidade é o equivalente a andar descalço num caminho de estilhaços de vidro para chegar a um lugar seguro.
E o que resta é suportar.
O que custa, é que nesta estrada de vidro partido, só podemos andar pelo próprio pé.
Podem estender-nos a mão, e incentivar a continuar em frente, a não desistir...
Não vai deixar de doer.
O certo às vezes é o que mais custa.
Não é uma relação exponencial de grau de significado/custo efectivo de acção, é apenas um peso desconfortável que fica preso na garganta...
O certo é o que mais custa, por muito certo que seja.
November 23, 2011 10:28
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Só para vos pedir desculpa
Tenho andado num rebuliço por cá, e têm acontecido algumas coisas que me têm roubado tempo. Consigo (quase) sempre espremer a cabeça para fazer um postzico, mas agora até me senti sinceramente mal por ter sido tão desleixado convosco, que perderam tempo a ler e a deixar umas quantas palavrinhas.
É só isto, não me roguem mais pragas, nem me lancem mais olhares assassinos.
November 21, 2011 15:02
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Expectativas VS capacidades efectivas VS pais famosos
Nós (literalmente nós todos, visto que todos somos filhos de alguém) mal pomos as ventas no mundo,levamos imediatamente com o peso das expectativas de toda a gente em cima. É que é muito bonito aquele discurso do Ah e tal, "só querem que ele seja feliz", quando o pai já tem secretamente a ambição que o rebento seja engenheiro, e que conduza um prius, enquanto avó quer que ele queira aprender a falar alemão e se torne professor universitário.
E sim, eu sei que não é por mal, e que é inevitável, mas a verdade é que toda a gente carrega um uma dose razoável de expectativa alheia, que é sem dúvida a que mais pesa.
Eventualmente acaba por não importar tanto, quando traçamos um rumo definido para a nossa vida e o seguimos, mas há sempre alguém que ai ficar com uma pequenina desilusão presa na goela, mesmo que não fique efectivamente chateado.
O maior lugar comum desse tipo de situações é aquele do pintor plástico na família de médicos. Toda a família provavelmente infernizou o indivíduo para gastar anos e anos a abrir e fechar pessoas para continuar o percurso familiar, quando no fim o senhor é feliz a pintar águias em tabuletas de barro que vende aos turistas no verão. E pronto, pode até ganhar milhões, mas os pais vão ter sempre aquele feeling de que ele estava bem era para médico.
Ora se uma pessoa comum corre o risco de se incomodar com esta perspectiva, imaginemos então as crianças famosas.É que se a pressão de uma família de anónimos pesa, acho que a pressão de uns pais mundialmente famosos com milhares de fãs que pensam que a criança tem talento genético, deve ser uma tortura sem igual.
E se a criança (filha da Beyoncé e do Jay Z) nasce sem talento?
Quer se dizer, ele e ela são artistas de top, talentosos, premiados e podres de ricos. Imaginemos que a criança tem o azar de nascer com a capacidade vocal da Júlia pinheiro e a coordenação motora duma cegonha perneta? Não é uma coisa muito anormal haver pessoas sem vocações artísticas. (acho eu?) Será que eles sofrerão mais com isso do que o comum mortal?
Claro que eu falei na criança por nascer da Beyonce, porque foi o que me ocorreu na altura, mas se formos a ver, há montes de filhos de famosos que provavelmente não têm qualquer tipo de talento, ou simplesmente escolheram nem tentar descobrir se o tinham e foram por outra via, mas têm sempre aquela espécie de obrigação muda de serem mais bem sucedidos do que a média por saírem duma família de estrelas,e sendo estrelas por arrasto.
Já alguma vez vos tinha ocorrido tal coisa?
Como lidaram com as expectativas das pessoas importantes das vossas pessoas?
Acham que os filhos de artistas de renome sofrem muito com a comparação que há eventualmente?
E se fossem vocês?
Vá, toca a ler, subscrever comentar e gostar no facebook.
Tenho andado meio adoentado ultimamente e não me tem muito sinceramente apetecido responder aos comentários dos meus leitores resistentes. espero que não me mandem muitas pragas, mas vou tentar responder o mais rápido possível.
November 18, 2011 18:11
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Eu detesto os vampiros modernos
November 17, 2011 16:02
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A roleta russa das compras online
Para
começar, não podemos confiar nos nossos olhos completamente. As
empresas com serviço especializado de vendas online tiram fotos
muito apelativas, muito bem posicionadas... e
muito bem photoshopadas.
Se virmos uma camisola azul turquesa mesmo bonita, há uma
probabilidade de 30% de a camisola ser na verdade azul acizentado. E
não é para ser picuinhas, mas uma pessoa quer uma banana não fica
satisfeita com um limão só porque também é amarelo. Digo eu.Nota: Agora podem comentar os posts do blog com a vossa conta facebook. não se acanhem
November 16, 2011 16:47
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!!!Dieta MOR-FAB!!!
- MOR (sigla para “Mexa O Rabo”) – . Está cientificamente provado que uma pessoa a mexer-se fica mais magra que uma pessoa parada. Sejamos honestos, não vão perder uma grama alapados no sofá a ver o peso pesado e a pensar que têm que perder peso. O pensamento positivo é uma treta no que toca a queimar calorias. As hipóteses de mexer o rabo apresentam-se constantemente no dia a dia. Não quer ir ao ginásio? Ande a pé. Comece com coisinhas levezinhas, tipo uma caminhada até Fátima (ida e volta), e quando estiver mais habituado aumentem o ritmo (volta a Portugal de chinelos ou assim)
- FAB (sigla para “Feche a boca” ) - Claro, se andar a fazer exercício, mas depois comer que nem uma lontra, não vai perder peso nenhum. A etapa FAB não precisa de ser radical, pode abrir a boca para respirar, e para beber água, que uma pessoa desidratada é uma pessoa morta, e uma pessoa morta não é uma pessoa magra.
November 15, 2011 18:32
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Passatempo de natalz
Este ano, como me apeteceu fazer qualquer coisa com vocês, pensei em organizar uma actividade de natal.
Acho que nem é uma grande novidade por terras blogosféricas.
A Miss Murder vai (ou ia, estou um bocado perdido no assunto) organizar um vídeo de natal, e a pólo norte costuma organizar uma troca de postais.
Como eu queria uma coisa um bocadinho diferente lembrei-me de vos desafiar a montarem uma árvore blogosférica.
Como é que é isso? perguntam vocês (provavelmente não perguntam mas pronto)
Então, têm aqui estes enfeites em branco:




E o que vos sugiro é que os decorem. Pintem-nos, photoshopem-nos, façam recortes e colem em cima, whatever, apenas, decorem-nos e mostrem os vossos resultados aqui.
Isto pode parecer um bocadinho piroso... e até é um bocadinho piroso, mas o natal é uma época ligeiramente pirosa, e no fim de contas isto é só prá gente se divertir.
Quem não tiver conta no blogger pode sempre enviar via e-mail.
O que eu quero saber é se vocês querem ou não participar.
Vá, deixo a discussão aberta
November 14, 2011 18:18
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Este país não é para velhos.
Basement Jaxx - Red Alert por aquanote
Não gosto de pessoas velhas
Não estou a falar de pessoas de idade, nada disso.
Estou a falar de pessoas velhas.
Parecendo que não, ser-se velho é uma atitude, e podemos facilmente identificar uma pessoa velha pelos sinais:
- A pessoa velha reclama sempre que está numa fila. é aquela pessoa que lança suspiros excessivamente altos, reclama com a gerência do local, que se queixa de que tem mais que fazer e de que não tem vida para isto.
- A pessoa velha quer sempre ensinar uma lição aos outros. Porque a pessoa mais velha é sabichona, e gosta de partilhar.
- A pessoa velha queixa-se sempre do tempo. ou está muito frio, ou está muito calor, ou então está um tempo indefinido. está sempre mal.
- A pessoa velha fala constantemente do seu tempo. Aqui é de frisar que ás vezes "o seu tempo" nem é há tanto tempo assim, o que não impede de discorrerem em análises de como no seu tempo o azeite era 10 escudos o litro.
- A pessoa velha quer sempre reclamar. problemas na internet? vamos lá ligar para os senhores da MEO e chamar-lhes nomes, e dizer que isto é tudo um complô das grandes companhias.
O problema maior das pessoas velhas, é que cansam. cansam porque consomem a maior parte do seu dia a queixarem-se, e a outra metade a pensar naquilo de que se vão queixar a seguir.
E os apologistas desse estilo de vida podem logo começar a defesa com o típico "Ah e tal, mas o stress do dia a dia acaba por consumir uma pessoa" ou o previsível "Ah, pois, mas há quem tenha uma vida menos boa"..
Querem que eu responda numa palavra?
BA-LE-LAS.
Uma pessoa torna-se velha porque é mais fácil.
Porque reagir positivamente às coisas acaba por nem sempre ser tão espontâneo como resmungar.
Afinal, há sempre alguém em quem descarregar as frustrações do dia a dia. O problema é que isso não faz com que os problemas passem ou melhorem, só põe toda a gente mal disposta.
E o que é verdade é que ninguém gosta de velhos. São tratados com alguma condescendência e distância logo de partida, porque já se sabe o que vai sair dali.
Afinal, este país não é para velhos.
November 12, 2011 10:25
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Perguntas de Fim de Semana XXXIX
Hoje eu que sou sonâmbula, sonhei que tinha uma aranha enorme no meu travesseiro. Acordei gritando, de calcinha e sutiã, no meio da rua, com todos os vizinhos assistindo e dizendo que eu estava possuída. VDM
Como é que aproveitam as vossas folgas?
A comer gulodices e a ver filmes? a ler? a meditar?
Bom resto de fim de semana, e esperem algumas novidades a partir de segunda feira!
November 10, 2011 18:55
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Adaptar horizontes
Na altura lembro-me de pensar que isso era tudo um exagero, é impossível um livro mudar. tem as mesmas palavras, a mesma história, os mesmos diálogos e os mesmos personagens.
E no entanto agora, quase 10 anos depois, esse sentimento é uma coisa que me acontece muitas vezes.
O tempo dá-me perspectivas diferentes sobre uma mesma coisa.
O que hoje me parece a melhor opção pode parecer-me um erro daqui a uma semana.
Não é uma inconstância tanto como é um expandir os horizontes.
Pegando nessa música acima como exemplo.
Eu sou fã dos mesa, e quando a vocalista lançou um disco a solo fiquei super curioso, e andei quase 5 meses à procura do CD (sim, obsessivo).
Quando o arranjei fiquei super entusiasmado e passei a meia hora de duração do dito cujo em silêncio absoluto a ouvi-lo, e quando acabei parecia-me que tinha comido uma fatia de pizza antes de a deixar arrefecer. Eu sei que é uma metáfora idiota, mas foi basicamente essa a sensação.
Passados quase 3 meses voltei a ouvir o mesmo CD, com as mesmas músicas... mas não o ouvi da mesma maneira.
Não sei se isto vos acontece com muita frequência, ou se é só comigo, mas acho que não é só o vinho que tem que ser "apreciado". há muitas coisas que conseguimos ver de maneira diferente se as deixarmos repousar.
Expandimos os horizontes porque se não o fizermos o mundo avança sem nós.
November 9, 2011 14:10
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Qual é a tua?
Reputação:Pela lógica, todos temos uma , afinal toda a gente pensa alguma coisa sobre toda a gente, mal, bem, assim-assim, não interessa, temos todos uma ideia sobre as outras pessoas. Os critérios com que essas ideias se espalham são imensos.
subst. f.
1. o que as pessoas pensam de alguém, algo:
Pode ser porque pela maneira como nos comportamos, pela nossa popularidade, pela nossa conta bancária, é à escolha do freguês.
Só que ditas as coisas desta maneira, dá a sensação que a reputação é uma coisa que depende exclusivamente dos outros, que se não gostarem de nós temos automaticamente má reputação e vice-versa.O que não podia ser mais treta.
80% Das pessoas que conheço (pelo menos) têm uma reputação (boa, má, não interessa ao caso) porque a construíram, e esforçam-se ao máximo por estar ao nível da ideia que projetam cá para fora.
Nem é uma coisa muito complicada, criar uma.
Por exemplo, se eu agora quisesse que toda a gente que lê este blog pensasse que eu sou um gajo porreiro era só começar aqui a contar histórias que favoreçam o meu lado mais simpático e benevolente, como daquela vez que ajudei a velhota do prédio ao lado a carregar as compras até casa dela. Claro que ia ter que ocultar que o raio da mulher depois me queria fazer chá e a casa dela cheirava a mijo e a animais mortos.
Ou se eu quisesse que me vissem como uma pessoa promiscua, punha-me aqui a escrever sobre as minhas “fodinhas” reais e imaginárias (o que é que isso interessa?).
E grão a grão vocês viam aquilo que eu queria que vocês vissem, e de boca em boca (que é como cresce uma reputação) ia passar que eu era um gajo porreiro (ou um grande tarado, dependendo de qual dos exemplos se tornasse real), e eu ficaria muito feliz e contente, porque tinha construído uma reputação.
Pessoalmente não acho mal (nem bem) - até acho que só prova a minha teoria de que só é uma vítima da humanidade e do que as pessoas pensam de nós quem quer, tendo em conta que temos nas mãos o poder de exibir o que queremos lá para fora - mas acho que dá muito trabalho, tendo em conta que a maior parte dessas reputações fabricadas são isso mesmo.
Falsas.
November 7, 2011 14:00
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Coisas que os leitores não sabem sobre o Ricardo: nº25
Se encontrarem alguém a fazer isto na rua, provavelmente sou eu.
Nunca percebi muito bem porquê, mas quando estou muito tempo em silêncio, acabo por me por a cantar aos berros a primeira canção que me ocorre.
Não é que não goste de estar em silêncio, ou que tenha dificuldades em manter-me calado - e definitivamente não é por achar que canto maravilhosamente bem - mas acabo sempre a bradar aos ventos a canção com que acordei na cabeça.
O que é extremamente interessante e um nadinha embaraçoso
Porquê?
Para começar, não sou picuinhas com o sítio onde começo a cantar.
Ele é no banho, no supermercado, no carro, nos transportes públicos... acho que às vezes faço umas figuras tão majestosas que as pessoas pensam seriamente se eu não terei fugido de alguma instituição, tendo em conta que ás vezes vou na rua e começo a cantarolar mesmo como aqueles toxicodependentes que pedem dinheiro nos parques de estacionamento que falam sozinhos.
Depois, sou constantemente apanhado sem defesa possível. Isto pode nem parecer nada de mais, mas quando se está a cantar alguma coisa extremamente edificante como "California Girls" com um saco do pingo doce na mão, ou um "Fuck you" a entrar no elevador cheio de gente, não há grande maneira de disfarçar, e ainda não desenvolvi a fórmula da invisibilidade que tanto jeito daria nestes momentos.
November 5, 2011 18:17
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A adorável Dislexia do Ricardo
a minha mãe é muito dotada com as agulhas de crochê e já me fez uns dois ou três cachecóis todos pipis que uso bastante, por isso anteontem, pensei abusar mais um bocadinho dos seus talentos de costureira:
Ricardo : Mãe, tens aí lã?

Mãe do Ricardo: Tenho dois novelos cinzentos e um vermelho, porquê?
Ricardo: Podias-me fazer uns minetes*!

Mãe do Ricardo: ... Desculpa?
*Silêncio*
Ricardo: MITENES! MITENES**!
Mãe do Ricardo:
Ricardo:
Moral da história:
A minha mãe não sabe fazer luvas sem dedos, eu não uso mais a palavra "M" para não me enganar, e mesmo assim a minha mãe de vez em quando vem gozar comigo aleatoriamente porque se lembra.
Viva os belos momentos em família.
* - Esta palavra para quem não sabe ou não mora em Portugal, é gíria para sexo oral feito a uma mulher.
** - Esta palavra é o mesmo que "luvas sem dedos", como podem ver na imagem abaixo.

November 3, 2011 19:14
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O trágico destino da Leopoldina
November 2, 2011 19:16
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A arte de bem Procrastinar
Começa tudo com qualquer coisa que eu tenha por fazer.
![]() |
| Eu pondero as melhores formas de o fazer |
![]() |
| Eu acabo a fazer isto |









